Atlético-PR se anima após reunião sobre Arena da Baixada

No início da noite desta segunda-feira, o governador do Paraná, Orlando Pessuti, o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, membros da diretoria do Atlético Paranaense e do Comitê Organizador da Copa do Mundo no Estado, estiveram reunidos para tentar resolver o embróglio de onde sairá o dinheiro para as obras na Arena da Baixada.

De acordo com o gestor da Copa na capital paranaense, Luiz de Carvalho, o potencial construtivo ainda é a única saída e o que foi discutido é apenas a forma de como ele será viabilizado, o que é para ocorrer ainda esta semana. Uma comissão foi criada para agilizar este processo.

“Foi mais uma reunião, na qual chegamos a uma solução. Foi criada uma comissão para elaborar um projeto de acordo entre governo, prefeitura e Atlético-PR, para ser assinado ainda esta semana. O potencial construtivo é a única solução. O que vamos definir é o instrumento utilizado, que pode ser o FDE, a Agência de Fomento do Estado e o BRDE. Mas faltam apenas detalhes”, explicou o dirigente.

A utilização do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), a Agência de Fomento do Estado e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) como garantias do empréstimo ainda dependem de uma votação na Assembléia Legislativa do Estado. Por isso, o governador fará o pedido da votação em caráter de urgência.

Tal proposta animou o presidente atleticano, Marcos Malucelli. Segundo ele, se antes o estádio estava longe do Mundial, agora tudo se encaminha para que a Arena seja mesmo a sede de Curitiba.

“As coisas caminharam melhor desta vez e podemos permanecer com a Arena na Copa. Acredito que pelo que foi nos passado, tudo poderá ser resolvido da melhor maneira possível e teremos o estádio na Copa”, disse.

Entretanto, ainda é necessário encontrar uma construtora, que receberia o potencial construtivo como garantia de pagamento, para realizar as obras. E, segundo Luiz de Carvalho, cabe ao Atlético-PR definir qual será a empresa, uma vez que o clube é quem receberá o potencial e o repassará à construtora.

“Passará pelo Atlético-PR. A obra é do clube e ele é o beneficiado. A prefeitura só pode ceder o potencial construtivo ao Atlético-PR e aí ele sim pode repassar para a construtora que quiser”, afirmou.

Já Marcos Malucelli garantiu que o potencial construtivo não precisa necessariamente passar pelo Furacão.

“O potencial construtivo ainda é a saída, mas o Atlético-PR não estará envolvido. Isto será feito por parte do governo e da construtora responsável pelas obras na Arena”, completou.

Uma entrevista coletiva está programada para esta semana, onde será apresentados todos os proejtos e como será viabilizada a obra na Arena da Baixada. Vale lembrar que a posição do Atlético-PR é de pagar apenas 33% do valor total da obra (R$ 42,5 milhões). O restante do dinheiro é responsabilidade do governo e da prefeitura.

Arena Copel é descartada

Por outro lado, a tentativa de transformar a Copel (Companhia Paranaense de Energia) como uma possível patrocinadora do Atlético-PR, se tornando naming rights da Arena, foi descartada.Na tarde desta segunda-feira, a Assembléia Legislativa não aprovou a proposta de lei do Deputado Estadual Reinhold Stephanes Júnior e, desta forma, a empresa estatal não pode colocar seu dinheiro no estádio.

Fonte: Site Terra

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